
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
A cadela no seu lugar...

quarta-feira, 22 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
... nua desejosa...
quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Irmãs de coleira – a arte da convivência

Dez anos de BDSM e posso me considerar uma escrava afortunada. Tive relações intensas, que me ensinaram muito e contribuíram tanto para meu desenvolvimento como submissa, quanto para meu crescimento pessoal. Terminaram porque tudo tem começo, meio e fim, nada é eterno. Mas foram calcadas no respeito, na confiança e na ética. A prova disso são os
laços de afeto que prosseguiram.Seria hipócrita se dissesse aqui que não gostei de ser presenteada com exclusividade em algumas dessas relações. Gostei, claro, como toda submissa gosta. Mas, sempre recebi de alma, coração e braços abertos as irmãs de coleira que tive. Foi um privilégio o convívio sereno e delicado durante a relação. Maior privilégio ainda os sentimentos que tiveram continuidade após findarem as relações.Estou certa que a postura do Dono é de suma importância. Em suas mãos está a responsabilidade pelo clima de harmonia, ou de competitividade. Já presenciei Dominadores que faziam questão de atiçar as submissas uma contra a outra, a fim de assistir crises de ciúmes entre elas... Mas, quem sou eu para censurar. No entanto, a responsabilidade não está apenas nas mãos do Dominador. As submissas, tanto a que chega quanto a que já está, têm de ser éticas acima de tudo. É fundamental uma postura de carinho e despojamento entre ambas.
Se uma deve ser aconchegante para que a outra não se sinta invasora ou “fora de lugar”. A que chega, por sua vez, deve ter além de tudo tato, delicadeza, respeito para com os sentimentos ali já existentes e desenvolvidos ao longo do tempo da relação. A boa vontade e o bom senso deverão reinar entre as duas, para que juntas trabalhem em paz, focadas no objetivo comum de ampliar a obediência, a quebra de barreiras, a expansão de limites, a entrega e a submissão ao Dono. Se a ética não estiver presente, haverá competitividade (coisa feia de pessoas inseguras). Aí, por maior que sejam os cuidados do Dominador, os conflitos acontecerão. A irmã que recebe uma nova deve segurar a língua e não exibir as palavras bonitas que escuta do Dono, os mimos que já recebeu, muito menos descrever o prazer que ele tem à tortura-la. Evitar expor a relação, cuidar para que a outra não sofra e inveje. Somos seres humanos, não podemos nos esquecer disso em momento algum. Infelizmente nossos sentimentos muitas vezes ainda são pequenos, como a inveja e o despeito. Assim também, a nova irmã deve se abster de contar os jogos de sedução em que foi envolvida para ali estar. Já vi submissas que estão chegando e fazem um alarde com os momentos de conquista. Ora, sabemos que tem mais ciúmes quem já está na relação. Para que despertar a insegurança? Que benefício trás ser feliz sobre a felicidade da outra?
Será sempre muito útil que uma se coloque no lugar da outra para evitar confrontos. O que não queremos para nós, não devemos dar a ninguém. Também, deixar lá fora as vaidades e o orgulho, os dois são desnecessários numa senzala.Por fim, com todo este cuidado, com toda esta delicadeza, o presente será um dia ouvir do Dono: Sou um Homem realizado e feliz, tenho escravas que se respeitam, se amam e tudo fazem para o meu prazer.
terça-feira, 31 de março de 2009
domingo, 30 de novembro de 2008
BONDAGE
Tecnicamente falando Bondage é um tipo específico de fetiche, geralmente relacionado com sadomasoquismo, onde a principal fonte de prazer consiste em amarrar e imobilizar seu parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Idade X BDSM

nao que idade faça melhor ou mais preparada ou menos suscetível a enganos.há pessoas que nunca, nunca amadurecem.mas que o tempo cronológico permite um acúmulo de experiencias que promovem - a quem se permite - um melhor discernimento, isso nao há duvidas...ha diferença na forma de assimilar tempo por idade...com o passar dos anos voce percebe menos novidades, seu cerebro já registrou mais coisas e portanto voce apreende mais e aprende menos.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Sobre GOR

GOR não é BDSM, pra mim é filosofia de vida e tem se tornado cada vez mais rico e envolvente. Para uma kajira (escrava goreana) é simples: ter um SENHOR e servir, apenas saber que ELE é o DONO, não importa se está aqui do meu lado ou a quilômetros, a minha vontade não conta, só ELE tem o direito de fazer o que desejar comigo, seja me manter ao SEU lado ou me mandar embora, me deixar livre para satisfazer meus desejos ou me privar de todas as formas de prazer, me usar ou apenas me conservar com a SUA coleira, me ensinar e incentivar a aperfeiçoar todas as formas sensuais, física, intelectual, espiritual para agradá-lo. Ser kajira é simplesmente obedecer.
Uma kajira não tem que ser boa, ela tem que ser perfeita nos seus afazeres, sejam eles: servir (comida, bebida), danças, postura social e sexo. Todas as ações de uma kajira é a vergonha ou a honra do seu AMO. E por ser apenas um objeto, uma kajira nunca é parabenizada ou censurada e sim o seu DONO. Uma kajira não é castigada por prazer e sim, apenas, por seus maus atos e serviços.
Uma kajira não se preocupa se o DONO fala, tem, deseja outra mulher, ela simplesmente serve aos caprichos DELE. Uma kajira não faz cenas de ciúmes, porque ela nada mais é do que um objeto do uso DELE, não tem nenhum direito a não ser servir. Uma kajira é o maior bem que um Master pode possuir, uma kajira tem um lugar só seu, especial, intocável e sempre terá carinho dos lábios DELE, mesmo que seja através de uma bronca. Sempre verá um brilho diferente no olhar do DONO, um brilho que estremece o seu ser e que aquece a sua alma.
Uma kajira que é amada tem inúmeros privilégios... uma kajira que ama, sabe que o necessário é apenas obedecer...
(Transcrição by {diva_elfa}AL)
sábado, 15 de novembro de 2008
Gor
Gor Filosofia GoreanaEstou me envolvendo cada vez mais com essa filosofia e descobri que estou me apaixonando por ela. Quanto mais leio, quanto mais estudo mais encantada fico.
Fiz um pequeno resumo para poder entender o básico do básico.
Pesquisei pelos sites via google e o que achei foram sites nos quais falavam basicamente a mesma coisa daí resolvi fazer este pequeno post inicial.
A filosofia goreana se originou de um conjunto de 26 livros, conhecidos como “Crônicas da contra terra”, escritos pelo professor John F Lange, professor de filosofia do Queens College em Nova York sob o pseudônimo de John Norman.
Nesta obra, através de um enredo de ficção científico-fantástica, ele propõe um mundo onde os homens serem dominadores e as mulheres submissas é a forma natural de vida.
Assim, a filosofia goreana esta baseada em duas premissas básicas, sem as quais não se pode ser goreano:
Existe um papel natural destinado a cada gênero, o papel natural do homem é o de dominador e o papel natural da mulher é o de submissa.
Cada um deve ser sincero com a sua própria natureza individual e ocupar o seu lugar de acordo com as suas competências e habilidades reais.
A forma mais importante das práticas goreanas do ponto de vista do BDSM é o que se chama de lifestyle, isso é, o estilo de vida goreano.
(John Norman)
No universo goreano J. Norman criou uma organização social baseada em castas. As castas são grupos de homens de mesma atividade profissional ou atividades afins. Desta forma existem castas de:Mercadores, de Medicos, de Engenheiros, etc... A cada uma é atribuída uma cor e um código de ética que tem valor de lei para os membros da casta se sobrepondo, muitas vezes as leis locais.
As castas são divididas em dois grupos high caste (castas altas) que geralmente governam as cidades e as low caste (castas baixas) que agrupam todas as outras castas. A casta de uma casa define o nível de formação que os membros da casa recebem. Assim há o “first knowledge”, que é o conhecimento de senso comum que a maior parte da população do planeta tem, e há o “second knowledge” uma forma de conhecimento mais erudito e científico que é privilégio das high castes.
As high castes são cinco:
Scribes – Os cientistas, magistrados, e acadêmicos. Sua cor é o azul.
Fisicians – Os médicos, psicologos, e profissionais da saúde. Sua cor é o verde.
Buiders – Os engenheiros de todas as especialidades e contrutores. Sua cor é o amarelo.
Wariors – Os guerreiros, soldados sejam do estado ou mercenários. Sua cor é o vermelho.
Todas as outras castas são low castes embora algumas como os Merchant (mercadores) e os slavers (mercadores de escravas) sejam castas de grande poder que por vezes governam indiretamente as cidades.
Embora exista a possibilidade de um homem mudar de casta bastando para isso mostrar habilidades compatíveis com a casta destino e ser aceito pela mesma, tais mudanças raramente ocorrem porque os Goreanos em geral são orgulhosos de sua casta não importando sua posição.
Finalmente, em nível do estilo de vida goreano o uso de castas seria perfeitamente dispensável se a filosofia por traz das castas for assimilada, entretanto se tornou tradicional entre os que adotam o estilo de vida goreano escolher uma casta de acordo com sua atividade profissional ou de suas aptidões.
http://www.mundogor.com/galerias/Galeria%201/galeria1.htm#
Gor CARACTERÍSTICAS lifestyle
Uma escrava goreana (a escrava goreana é chamada de kajira) é uma posse do seu mestre, mas em geral não será tratada como lixo. Não será sujeita a, por exemplo, lamber a sola das botas do seu Senhor.
A kajira é um bem, negociável até, mas precioso. Um Mestre goreano não irá estragar sua posse ou deixar que outro o faça. O objetivo da kajira é o bem estar do seu Dono. E ela deve viver para prover tal bem estar. A kajira não tem direitos (O seu único direito, na terra, é deixar de sê-lo).
Os Mestres Goreanos tem o direito de terem mais de uma kajira, e não é dado às kajiras não aceitarem isso. Na prática gorena não existem os contratos como se fazem no BDSM porque as regras do goreanismo já estão bem definidas.
Não há limites, mas há a o dever do Master de cuidar da sua kajira como bem, mas como bem precioso. Desta forma no estilo de vida Goreano os contratos e limites são substituídos por sabedoria, bom senso e responsabilidade.
Dado isso cabe ao Master conhecer cada kajira individualmente e lidar com seus anseios e medos individualmente, assim, cada kajira terá limiares diferentes sim, não por imposição mas por cuidado.
Finalmente, caso tudo mais falhe existe sempre o direito inalienável da kajira de entregar a coleira a qualquer tempo.
-Honra e integridade.
-Coerência entre suas palavras e atos.
-Coragem e força para manter os princípios nos quais acredita.
-Domínio próprio.
-Desejo de auto desenvolvimento e maturidade para usar seu conhecimento.
-Coragem para assumir os próprios sentimentos e fraquezas.
-Força para seguir com sua missão apesar de seus sentimentos e fraquezas.
-Força para assumir a sua própria essência, mesmo inserido em uma cultura que se opõe a tal natureza.
-Compromisso com a disseminação da cultura goreana com sabedoria, mas sem permitir que os seus princípios sejam distorcidos.
Conclusão
Dever de estudar e se desenvolver sempre, a filosofia goreana é complexa e quanto mais se lê, se estuda e se medita nela mais se descobrem conceitos e detalhes por aprender, assim o Master Goreano deve estar comprometido com o seu desenvolvimento tanto quanto espera isso de suas kajiras. O dever de buscar ser sábio, prudente e equilibrado, de não ter medo de buscar auxilio e conselho para tomar suas decisões de forma mais correta possível. Finalmente é importante lembrar que o Master Goreano erra tanto como qualquer outro ser humano, na verdade ele provavelmente irá errar mais visto que toma mais decisões que a maioria uma vez que tem uma autoridade igualmente maior, assim estas orientações devem servir de apoio para os Masters e não ser utilizadas como uma forma de agredi-lo.
(pesquisa by google)
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Irmãs... Será!?
O meio SM nos proporciona tal experiência e me pergunto por que tanta resistência?
Não consegui vislumbrar uma resposta simples, única e direta que resumisse essa questão.
A complexidade de nossas mentes nos leva a levantar questões, idealizar situações.
Idealizar é o que mais faço ultimamente! São tantas situações há anos imaginadas e que impossíveis de serem realizadas até então.
Chega uma época de nossas vidas onde nada mais importa e pensamos por que não nos dar esse presente? O presente de realizar nossos desejos. Eu pergunto será mesmo que queremos realizar TODOS?
São perguntas que surgem e nos fazem meditar e meditar... Até que se chega a uma conclusão, não pensem que é definitiva, mas uma conclusão para descansar a mente das questões polêmicas.
Eu, filha única, esposa única, mimada, ciumenta e um tanto quanto possessiva nada patológico é claro, me vendo agora tendo que aceitar DIVIDIR! Eu gosto de tudo para mim... rs...rs
Sinceramente não sei o que pensar... Sou otimista, positiva, pragmática... Por isso não me desespero!
Gosto da abordagem e ver o que os outros acham e falam! Jogo lenha na fogueira sempre, quero saber as opiniões e do que as pessoas são capazes...
Falar, pensar, idealizar, imaginar, faz parte, mas até chegar à realidade é outra história.
Uma história que vira estória, um relato que vira conto... rs...rs
Minha posição atual é me negar e dizer não, é não suportar essa idéia que aos poucos se torna realidade.
Talvez apenas talvez uma irmã de longe bem distante de mim de minha visão e do meu saber! Assim nem sei que existe, essa sim seria a melhor irmã...
Na verdade não suporto a idéia nesse exato momento, não sou radical a ponto de ter um pensamento estático, somos voláteis. Então digo quem sabe!
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Equilíbrio 1 + 2
Enfim somos viciados em adrenalina, em aventuras radicais e para tanto nossas necessidades física e emocional devem ser atendidas de forma consciente e coerente, assim como um praticante de esportes radicais!
sábado, 25 de outubro de 2008
Três é bom ou é demais??





(pintura digital João Werner)
sábado, 18 de outubro de 2008
Pensamentos de uma Cadela
domingo, 12 de outubro de 2008
Perdão e Reflexões
Uma submissa não o tem direito...terça-feira, 7 de outubro de 2008
Vício BOM...?!
Os dias passam... e a vontade de estar com o Dono aumenta cada vez mais, o Dono que deixei...
Estou livre isso é certo e me sinto presa dentro de mim mesma , é o preço que se paga pela liberdade de uma submissa!
Meu Dono não era qualquer um, era especial!!agora digo EX porque não o tenho mais eu o deixei...
Fiquei dias em silêncio, nada aflorava de minha alma, estava em um deserto...
Não consegui dizer palavra que fosse para esboçar um sentimento! Mas nada como um dia após outro para vir as palavras e poder dizer o que está acontecendo.
Não pretendo me fazer de vítima, mereço estar nesse deserto "parada" sem forças, apenas desejos e esperança em minha alma...
Não falo de amor, amor seria forte de mais, falo enquanto submissa no desejo de ser dominada, adestrada e posta em seu lugar, estava com um Dono experiente e eu o deixei...
Lugar este aos pés do Dono, me deixava feliz! A submissa que habita em mim anseia por isso, mas eu o deixei...
Assim nessa agonia a submissa vai ficando forte e querendo tomar conta da situação, dai pergunto como controlar? A vontade que dá de voltar e assumir minha submissão perante o Dono.
Mas será que dá para voltar ? Será que desejo voltar? ou tenho que seguir em meio ao deserto, começar a caminhar para encontrar!!
Sempre se aprende de um jeito ou de outro! não são com os tropeços que aprendemos?
É como um vício, a vontade aumenta e se tornando incontrolável...
Sites Goreanos
Sites BDSM
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- Texto - Spectrum - Magia Sexual
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- Texto - ... Cuidar do Dono - {Åmar ¥asmine}_ ÐEXPEX
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- Texto - kajira e irmãs






















