Então eu entendi o que era ser uma verdadeira mulher. Não era a negação e a frustração da feminilidade, mas a entrega total a ela, sendo fiel e honesta a meus mais profundos desejos e à minha mais profunda natureza.

(kajira of Gor)

domingo, 30 de novembro de 2008

REFLEXÕES


Se foi...
Ao vento sem volta...
Se foi...
Mas ...Não vislumbro...
Não sei...Deixar...Viver...
Sinto muito...

Ando pelos caminhos tortuosos e me vejo sendo traída pelas minhas próprias atitudes.
Atitudes impensadas...
Atitudes inconseqüentes...
Eterna imaturidade própria da juventude...
Do espírito...

E porque não?!
Sendo traída eu... não sei...!
Mas deixa estar... ventos, águas e o próprio ar...passa por todo lugar...
O que quero?
O que sou?
Já não sei mais...

Meus alicerces ruíram em meio à tempestade...
Sobrou-me uma base forte feita sobre a pedra...
Para reconstruir...Reconstruir?! Estou do avesso...
De cabeça para baixo...

Não sei mais...Não sei mais?!
Pensar com o coração?! Ou com a razão??
Porque não deixar acontecer e ver o que vai ser!

A cada dia renovo minha leitura para não esquecer tais palavras que aos poucos me marcam como ferro em brasa!
A cada momento lembro das palavras e penso qual o sentido disso tudo??

E me pergunto:
Por que me importar?
Quem se importa?
Já estou marcada...

christal

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