Então eu entendi o que era ser uma verdadeira mulher. Não era a negação e a frustração da feminilidade, mas a entrega total a ela, sendo fiel e honesta a meus mais profundos desejos e à minha mais profunda natureza.

(kajira of Gor)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Despertar


Eu sempre te quis...
Não sabia do meu querer!
Adormecido...
Latente, morno...
Meu querer agonizava!
Quase morto.

Despertou em meio à confusão...
Em direção fui levada!
Por um anjo, pela estrada,
E dos caminhos disponíveis!
As encruzilhadas...

Eu te desejei...
Mais que meu desejo!
Minha razão não vislumbrou...
Meus pensamentos voaram...
Lá parada eu permanecia e,
Uma agonia me invadia...
E não sabia que poderia!

Minha razão adormeceu!
Meu coração bateu forte...
Diante do que apareceu...
Não me choquei, não fiquei mal!
Simplesmente me deparei,
Com meus desejos...
Até então adormecidos!

Realizo sem medo,
Nada me é cobrado!
Tenho ali liberdade,
Tenho ali minhas expressões!
Sem medo do inesperado,
Porque o que nos aparece,
Vem do coração...
São os desejos,
Em manifestação.



christal

Um comentário:

Anônimo disse...

Como é belo um lindo, brilhante e caloroso despertar...
bjos





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