Então eu entendi o que era ser uma verdadeira mulher. Não era a negação e a frustração da feminilidade, mas a entrega total a ela, sendo fiel e honesta a meus mais profundos desejos e à minha mais profunda natureza.

(kajira of Gor)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Dominada psicologicamente

Dominada psicologicamente, sim... quando poderia imaginar! Tudo me acontecendo... Onde um dia olhei com pré-conceitos e cheia de teorias. Mesmo sabendo que aqui nesse lado do meu outro lado não poderia jamais criticar e nem julgar..., acabou-se! Dominada já estou! Percebi que não sou a única, não entendia o aspecto dessa situação achava uma besteira, mas queria experimentar e provar... Observando maneiras e condução tão harmônicas me fizeram atentar para algo que buscava e que aos poucos foi se mostrando coerente com tudo que sempre quis... Encontro agora respostas para algo que pensava pertencer apenas ao meu íntimo e que não me achava com coragem de expor.
Escravizada pelas máscaras do cotidiano agora caindo por terra me liberto de mim... Não pensei que existisse algo assim que pudesse me transformar tão intensamente. Pertencer de verdade, pertencer realmente!
O fato de vir a pertencer me liberta, me sinto livre a cada instante!
Outro dia me deparei com um texto o qual para entender realmente tive que ler em diferentes momentos de minha busca e quando eu o reli por esses dias o impacto foi enorme porque já vivenciava tudo o que antes não compreendia.

A dominação psicológica em GOR.

“A dominação psicológica em Gor é simples e objetiva e pretende o crescimento assim como a evolução consistente da relação ente poder e submissão, visando relacionamentos mais longos e duradouros, onde a parte submissa sinta-se segura e protegida o bastante para se libertar e se revelar totalmente. Despindo-se de todas as travas, sejam elas, físicas ou emocionais. Podendo desta forma ser guiada pelas veredas de sua própria essência.“

“O que se busca em Gor é um auto conhecimento mais profundo e um libertar do aspecto feminino mais íntimo de cada mulher.”

“Não há um prazer no castigo físico, por nenhuma das partes, antes, o que existe, ou deverá existir, é um profundo sentimento de vergonha e tristeza, pois a quebra de alguma regra por parte da submissa, representa uma situação de desapontamento para O Goreano. Que é exatamente o contrário do que esta deseja ou deve desejar, já que a paixão que move esta relação é a de" obedecer, servir e tentar agradar sempre. ”

(Trecho retirado do texto de Arádia,Civitatis Kasra Fonte: Vahmp´s Tower of Tarns)




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