Então eu entendi o que era ser uma verdadeira mulher. Não era a negação e a frustração da feminilidade, mas a entrega total a ela, sendo fiel e honesta a meus mais profundos desejos e à minha mais profunda natureza.

(kajira of Gor)

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Como me sinto...


Como sinto a descoberta de minha submissão e tudo que acompanha minha mais nova faceta. Venho num crescente constante de descobertas, não sou a única, a saber, da existência da essência que nasce com toda mulher. De certa forma isso ainda me causa espanto!
Meu estado é de puro deslumbramento, quanto mais me envolvo mais certezas obtenho menos dúvidas surgem, mais coerentes ficam meus pensamentos meus sentimentos. Quebrando tabus de anos vinculados a educação, onde somos tolhidas de sermos, tolhidas de assumirmos o que realmente somos, submissas. Posso assim dizer que encontrei o caminho tanto desejado, sinto-me plena e equilibrada em meu íntimo. Uma escrava bem conduzida por assim dizer, a cada dia se liberta e conscientiza-se do que realmente é. Uma mão forte e poderosa faz milagres consegue descobrir e arrancar o mais íntimo dos sentimentos o mais íntimo dos pudores!


christal lhes deseja o bem

Um comentário:

Nanda disse...

Amiga...

Lindo seu "descobrimento"....
descobrir-se o que muitas vezes ocultamos de nós mesmas...
O prazer de ser... apenas ser...

Feliz por ti!!!

bjs





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