Então eu entendi o que era ser uma verdadeira mulher. Não era a negação e a frustração da feminilidade, mas a entrega total a ela, sendo fiel e honesta a meus mais profundos desejos e à minha mais profunda natureza.

(kajira of Gor)

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Contingências da vida


Às vezes não enxergamos a frente, mesmo tentando ser coerentes... Muitas vezes agimos impensadamente sem intenções, mas aos olhos alheios parece cheio de intenções... Às vezes a euforia cega, a felicidade nos limita e por fim magoamos quem mais prezamos, sem saber... Sem conseguir traduzir os sinais..., seguimos até que nos chamam para a realidade..., e muitas vezes a realidade dói, mas é necessária, faz crescer a relação, faz nos situar nos enquadrar nos ajustar... É preciso pensar realmente no outro, se colocar realmente no lugar do outro, avaliar medir sem perder a leveza do ser, a leveza de ser, a leveza...


christal

2 comentários:

Anônimo disse...

Caríssima, se colocar no lugar do outro só é possível quando esse lugar nos pertencem.
Não é?

Sucesso em tua busca. Gratuitamente, gosto de vc e te desejo o melhor.

Beijos meus!

Anônimo disse...

instrospectiva vc amore.....

paz e leveza em teu caminho...

beijos carinhosos

lua de Hägar





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